sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Entrevista com Dr. Roberto Giraldo,

Entrevista com Dr. Roberto Giraldo,
Presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da AIDS


A AIDS (sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida) não é uma doença infecciosa; não é causada por vírus e não se transmite por via sexual. Admitir a existência de um vírus – que até o momento não foi possível isolar – como origem da AIDS é negar as verdadeiras causas de uma infinidade de sintomas e patologias que a indústria médica decidiu chamar de AIDS, como são as enfermidades da pobreza e o enfraquecimento do sistema imunológico da raça humana. Admitir isso é questionar não só a origem de uma doença, como também a de grande parte dos problemas sanitários mundiais. A solução para a grande maioria desses problemas não depende de novos medicamentos e vacinas, mas de uma política justa, ética e solidária, hoje inexistente. Em linhas gerais, essas foram as conclusões apresentadas pelos cientistas dissidentes da versão oficial da AIDS no Encontro Internacional para a Reavaliação Científica da AIDS, organizado pela Asociación de Medicinas Complementarias, ocorrido em Barcelona, na Espanha, no mês de julho de 2002. O encontro, ignorado completamente pelos meios de comunicação, aconteceu paralelamente à Conferência Internacional da AIDS, patrocinada fundamentalmente pelas indústrias farmacêuticas. Como era de se esperar, as conclusões da Conferência sugeriram a promoção de novos medicamentos – e colossais investimentos para a pesquisa de uma hipotética vacina – como o único tratamento para as mais de seis milhões de pessoas afetadas.
O Doutor Roberto Giraldo, ex-catedrático de Imunologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Antióquia, na Colômbia, e presidente do Grupo para a Reavaliação Científica da Hipótese do HIV-AIDS, denunciou uma vez mais, e com coragem, como o complô entre governos e indústrias farmacêuticas está pondo em perigo a sobrevivência do ser humano, com suas ações equivocadas, inverossímeis e terrivelmente mortais. Atualmente trabalha no Laboratório de Diagnóstico Molecular do New York Hospital Cornell Medical Center, de Nova Iorque. Ayda Ardila, da equipe de redação do boletim da Associação VIDA SANA de Barcelona, Espanha, entrevistou Dr. Roberto Giraldo.

Leia a entrevista em
http://www.sida-luz-positiva.org/modules.php?name=Content&pa=showpage&pid=56

Pfizer reage à acção judicial intentada pela Nigéria

Pfizer reage à acção judicial intentada pela Nigéria
Pfizer recusa acusação e afirma que governo conhecia o teste

O Trovan, denominado igualmente Trovafloxacine, foi aprovado nos Estados Unidos em 1997 para tratar uma série de infecções nos adultos, antes de ser retirado do mercado após ter sido associado a vários casos de insuficiência hepática.
A companhia farmacêutica norte-americana Pfizer insistiu terça-feira que o seu ensaio clínico dum medicamento em 1996 pelo qual está a ser processada pelas autoridades nigerianas foi efectuado "com o aval do Governo nigeriano com todo o conhecimento de causa".

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Nigéria processa Pfizer

Lagos, Nigéria (PANA) - O Governo federal da Nigéria processou a maior companhia farmaceútica do mundo, Pfizer, reclamando sete bilhões de dólares americanos pelo que considera como testes clínicos ilegais do medicamento de meningite, Trovan, sobre 200 crianças no Estado de Kano (norte do país) em 1996.

O processo foi apresentado em Abuja segunda-feira, poucos dias depois de o Governo do Estado de Kano ter processado igualmente a mesma companhia por dois bilhões de dólares americanos pela mesma razão.

Segundo o Governo federal, o montante solicitado no seu processo seria uma compensação para as vítimas do ensaio, que causou a morte de algumas das crianças envolvidas e deixou outras cegas, mudas ou com problemas mentais.

O medicamento, aprovado actualmente apenas para adultos nos Estados Unidos, não tinha sido autorizado no momento do ensaio, que coincidiu com um surto de meningite no Estado.

O juiz do alto Tribunal Federal de Abuja, Babs Kuewumi, adiou a audiência do processo do Estado até 26 de Junho, depois de os magistrados do Governo estadual se terem recusado a comparecer.
fonte: http://www.panapress.com/freenewspor.asp?code=por007467&dte=05/06/2007

artigo relacionado em: o outro lado da notícia

Eleni Papadopoulos-Eleopoulos

Eleni Papadopoulos-Eleopoulos é biomédica e líder de um grupo de pesquisadores sobre HIV/AIDS em Perth, Austrália Ocidental. Por mais de uma década, ela e seus colegas vêm publicando muitos artigos científicos, questionando a validade da hipótese etiológica viral (HIV) da AIDS. Esta entrevista passa em revista seu trabalho e, especialmente, as visões de seu grupo sobre o vírus da AIDS propriamente dito. A entrevistadora é Christine Johnson.

CJ: Eleni, muito obrigada por concordar com esta entrevista.

EPE: É um prazer.

CJ: O HIV é a causa da AIDS?

EPE: Não há prova de que o HIV cause a AIDS.

CJ: Por que não?

EPE: Por muitas razões, mas, principalmente, porque não há prova de que o HIV exista.

CJ: Isso mais parece uma afirmação atrevida e incrível por se fazer.

EPE: Eu suponho que sim, no entanto é aonde minha pesquisa me leva.

CJ: Montagnier e Gallo não o isolaram? Em começos dos anos 80?

EPE: Não. Nos artigos publicados em Science pelos dois grupos de pesquisa, não há prova de isolamento de um retrovírus proveniente de pacientes de AIDS. (1,2)

Se você quiser saber mais solicite
entrevista na Integra em Arquivo PDF.
aparecido@novasterapiasintegradas.com

O que é o HIV

O Vírus da Imunodeficiência Humana, conhecido como HIV (sigla originada do inglês: Human Immunodeficiency Virus), é um vírus pertencente à classe dos retrovírus e causador da aids. Ao entrar no organismo humano, esse vírus pode ficar silencioso e incubado por muitos anos. Esta fase denomina-se assintomática e relaciona-se ao quadro em que uma pessoa infectada não apresenta nenhum sintoma ou sinal da doença. O período entre a infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da aids irá depender, principalmente, do estado de saúde da pessoa.

O HIV age no interior das células do sistema imunológico, responsável pela defesa do corpo. Ao entrar na célula, o HIV passa a fazer parte de seu código genético. As células do sistema imunológico mais atingidas pelo vírus são os linfócitos CD4+, usados pelo HIV para fazer cópias de si mesmo.

As células do sistema imunológico de uma pessoa infectada pelo vírus começam a funcionar com menos eficiência e, com o tempo, a habilidade do organismo em combater doenças comuns diminui, deixando a pessoa sujeita ao aparecimento de vários tipos de doenças e infecções.

A produção desses vírus e sua destruição no nosso sistema imunológico podem ser comparadas ao movimento da água que sai de uma torneira em direção ao ralo de uma pia. A quantidade de água que resta na pia é o resultado da guerra que é travada entre o sistema imunológico e os vírus do HIV.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Significa que, no sangue, foram detectados anticorpos contra o vírus. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir aos outros o vírus que trazem consigo.



virus






fonte:
http://www.aids.gov.br/data/Pages/LUMISF86565C9PTBRIE.htm